Também no apito Gil?

Aprígio Santos, da Naval, é outro dirigente sob suspeita, depois de ter oferecido «várias garrafas de champanhe» a Júlio Mouco antes de um jogo com o V. Setúbal. Há ainda registo de um encontro de Abílio Martins, ex-presidente do Gil Vicente, com o empresário António Araújo para lhe pedir «que falasse com o árbitro que estaria no encontro com o Belenenses». O Público constata também que em 15 mil horas de conversas escutadas no âmbito do processo em muitos casos nem sequer houve investigação, como aconteceu na conversa recentemente divulgada pelo jornal envolvendo Valentim Loureiro e Luís Filipe Vieira. E constata que a influência dos dirigentes se estende até às divisões inferiores, citando o exemplo do vice-presidente do F.C. Porto Reinaldo Teles, a pedir a António Araújo «que abordasse um árbitro para beneficiar o Vizela».
retirado de: www.maisfutebol.iol.pt

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