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Tuesday, February 26, 2008

Com infelicidade e com... dedo do apito!

A equipa do Belenenses foi esta tarde de sábado, derrotada por 3-1 no Estádio do Restelo, pela formação do Marítimo, num jogo da 20ª jornada da Liga Bwin, cujo grande protagonista foi o senhor do apito, Rui Silva de seu nome, que «decidiu» o rumo da partida...

Perante um adversário directo na luta pelo acesso às competições europeias, o técnico Jorge Jesus , impedido de utilizar o lateral-direito Cândido Costa, optou por colocar Rúben Amorim nessa posição, promovendo a estreia como titular de Marco Ferreira.

Começou melhor a equipa do Belenenses, com Silas, aos 13 minutos, a fazer uma assistência brilhante para Weldon, que solto na área contrária, rodou sobre um adversário e aguentou a carga de outro antes de colocar a bola no fundo das redes de Marcos, inaugurando o marcador e fazendo o seu quinto golo no campeonato.

O Belenenses, motivado pelo golo madrugador, continuou a pressionar o adversário, com Marco Ferreira e Rúben Amorim a combinarem bem na direita e com Silas e José Pedro a coordenarem o ritmo da partida no meio-campo azul, sem que o Marítimo conseguisse fazer algo para contrariar a superioridade da nossa equipa.

No entanto, aos 24 minutos, começou a aparecer na partida o senhor do apito, Rui Silva, ao poupar a expulsão a Bruno, por uma entrada violentíssima sobre Marco Ferreira, num lance em que, a dois metros do local, conseguiu ignorar o sucedido e ainda assinalar uma pseudo-falta do nosso atleta.

Pouco depois, aos 27 minutos, um lance infeliz de Hugo Alcântara isolou o brasileiro Kanu, com Costinha a sair aos pés do avançado insular, sem no entanto tocar no jogador adversário, que aproveitou o lance para cair e fazer o senhor do apito assinalar uma grande penalidade bastante duvidosa, como injusta e errada foi a expulsão do nosso guarda-redes.

Em menos de cinco minutos, o senhor do apito conseguiu inverter uma situação de inferioridade numérica e ainda possibilitar ao adversário restabelecer a igualdade, facto que o médio Bruno não desperdiçou, batendo o guarda-redes Júlio César, que rendeu Costinha, estreando-se na nossa baliza, sendo sacrificado o avançado Weldon.

Apesar desta grande contrariedade, o Belenenses não baixou os braços e aos 34 minutos, esteve muito perto do segundo golo, num cruzamento de Rodrigo Alvim, que Marcos defendeu com dificuldade, para a bola sobrar para Marco Ferreira, que em plena pequena área, rematou forte para nova e brilhante intervenção do guarda-redes contrário.

Ambicioso, o técnico Jorge Jesus mexeu na equipa ao intervalo, fazendo entrar o central Devic para o lugar do amarelado Gabriel Gómez, fazendo a equipa actuar num sistema de três defesas, com Rúben Amorim a colocar-se na sua posição de origem, como médio mais recuado da equipa.

Porém, a segunda parte não poderia ter começado pior para o Belenenses, primeiro com um remate colocado de Bruno, que Júlio César respondeu com uma fantástica defesa , e depois, aos 47 minutos, com novo lance infeliz de Hugo Alcântara, a permitir um contra-ataque veloz de Marcinho, que isolado perante Júlio César não desperdiçou a oportunidade para colocar o Marítimo na frente do marcador.

O segundo golo maritimista foi um balde de águla fria na nossa equipa, que mesmo assim, e apesar de actuar em inferioridade numérica, não deixou de lutar e de procurar o empate.

Aos 60 minutos, Jorge Jesus apostou tudo no ataque, colocando o internacional lituano Jankauskas em campo, no lugar de Marco Ferreira, passando a equipa a jogar com dois pontas-de-lança na frente de ataque.

Pouco depois, José Pedro inicou um ataque rápido, colocando a bola em Roncatto, que flectiu para o meio e rematou forte e colocado, para uma brilhante intervenção de Marcos, que impediu o merecido golo do empate à nossa equipa.

Aos 71 minutos, Hugo Alcântara respondeu a um cruzamento de José Pedro com um remate espectacular à meia-volta, fazendo a bola sair muito perto da baliza contrária.

Com o Belenenses totalmente balanceado no ataque, surgiu, aos 72 minutos, o terceiro golo do Marítimo, num contra-ataque rapidíssimo, após perda de bola de Jankauskas, com Bruno a isolar Mossoró, que aguentou a pressão de Rolando e bateu Júlio César, acabando com as dúvidas sobre o vencedor do encontro.

No entanto, a nossa equipa nunca se deu por vencida, e numa atitude exemplar, com bastante brio, continuou a procurar o golo, que esteve novamente muito perto de acontecer, aos 83 minutos, quando Rúben Amorim assistiu José Pedro, para um remate fortíssimo em plena grande área, que Marcos defendeu com categoria.

O jogo terminou pouco depois, com a derrota caseira da nossa equipa, num jogo bastante infeliz, dado as decisões erradas do senhor do apito e as falhas invulgares da nossa defesa, que facilitaram e muito nos golos sofridos, tendo no entanto, os jogadores sido aplaudidos pelos adeptos presentes no Restelo, dado a atitude demonstrada em campo.

Esta derrota, num jogo em que o Belenenses rematou 17 vezes à baliza de Marcos, o dobro dos remates do adversário, não pode nem irá desmotivar a nossa equipa para continuar a sua caminhada rumo a um lugar que garanta o apuramento para as competições europeias.

Tuesday, January 08, 2008

2 pontos "oferecidos" por Marco

O Belenenses cedeu esta noite mais um empate caseiro (1-1), na recepção ao Nacional, em jogo da 15ª jornada da Bwin Liga disputado no Estádio do Restelo, num encontro que a nossa equipa controlava perfeitamente, até ao lance da «oferta» do empate, que acabou com o moral da nossa equipa...

No jogo que encerrava a última jornada da primeira volta da Liga portuguesa, a equipa do Restelo não entrou bem na partida, perdendo muitas bolas na zona de meio-campo e dando pouco apoio ao sector mais recuado da equipa.

No entanto, após os minutos iniciais, o Belenenses acertou o ritmo de jogo e começou a efectuar uma transição de bola com menos falhas, controlando o duelo do meio-campo, apesar de não conseguir criar grandes situações de perigo.

Uma lesão de Hugo Leal obrigou o técnico Jorge Jesus a mexer na equipa logo aos 15 minutos, colocando Gabriel Gómez em campo para substituir o internacional português, sendo que o panamiano trouxe maior poder físico e capacidade de luta ao nosso miolo, ajudando a «fechar» o nosso sector defensivo.

O melhor que o Belenenses conseguiu na primeira parte foram dois cruzamentos de Cândido Costa que José Pedro não aproveitou, efectuando um passe para as mãos de Diego no primeiro caso e rematando forte mas por cima da baliza contrária no segundo caso.

Ainda de registar um cruzamento de Rodrigo Alvim que Weldon respondeu com um cabeceamento para defesa vistosa do guarda-redes adversário.

Da parte do Nacional, apesar da boa circulação de bola apresentado no relvado do Restelo, com Juninho em bom plano, foram ainda mais raras as situações de perigo, com destaque para um cruzamento do lado esquerdo do ataque, que terminou no poste mais afastado da baliza de Marco Gonçalves.

O nulo no marcador ao intervalo justificava-se pelo futebol praticado pelas duas equipas nos primeiros quarenta e cinco minutos.

No regresso dos balneários, o Belenenses surgiu mais forte, apostando mais na velocidade, com Roncatto e Weldon a aparecerem mais no jogo, tendo Weldon dado início às hostilidades, com uma jogada individual que culminou com um remate colocado, que ainda roçou a barra da baliza de Diego.

Pouco depois, aos 50 minutos, nova jogada individual de Weldon, batendo Ávalos em velocidade para fazer uma assistência fantástica para Roncatto emendar para o golo inaugural da partida. Um lance puro de contra-ataque, com Weldon a mostrar toda a sua velocidade antes de assistir Roncatto para o seu segundo golo na época.

O Nacional acusou o golo sofrido e nos minutos seguintes foi incapaz de segurar o maior pendor ofensivo do Belenenses, com a nossa equipa a estar muito próximo do golo aos 57 minutos, na sequência de um pontapé de canto de José Pedro, que Hugo Alcântara, primeiro, e Roncatto, depois, quase emendavam para o fundo das redes contrárias.

No minuto seguinte foi a vez de Rúben Amorim rematar de fora da área, com a bola a embater na barra da baliza contrário, naquela que foi a melhor ocasião para o Belenenses ampliar o marcador, o que já justificava nessa altura.

Contra a corrente de jogo, e quando todos esperavam o segundo golo azul, um cruzamento completamente inofensivo do ataque insular, encontrou um infeliz Marco Gonçalves pela frente, que largando a bola para a frente «assistiu» Lipatin para o golo do empate. Um verdadeiro balde de água fria no ânimo dos atletas e adeptos da nossa equipa, que sentiram nesse momento, a perda de dois importantes pontos...

Na realidade, e algo inexplicavelmente, a nossa equipa - apesar de faltar ainda meia-hora para o final do encontro - acusou o golo em demasia e não mais conseguiu «pegar» no jogo e procurar o golo da vitória, apesar da entrada de João Paulo, aos 79 minutos, para o lugar de Silas, reforçando a frente de ataque da nossa equipa.

Nos minutos finais seria inclusive a formação do Nacional a estar mais próximo do golo, com Marco Gonçalves a «limpar-se» do lance do golo, efectuando uma ou outra intervenção de qualidade.

O empate final acaba por traduzir a realidade do jogo, apesar do grande domínio da nossa equipa até ao momento do lance infeliz do empate, poder ter resultado num segundo golo, que naturalmente, encerraria todas as dúvidas sobre o vencedor da partida. A sorte do jogo não esteve com a nossa equipa!

Destaque para a boa exibição de Roncatto, realizando a sua melhor exibição ao serviço da nossa equipa, e para a segurança da nossa dupla de centrais, sempre em bom nível. Também Weldon foi decisivo nos lances mais perigosos da equipa.

Ficha do Jogo:

Estádio do Restelo

Árbitro: Duarte Gomes, da AF Lisboa, auxiliado por Bertino Miranda e José Lima.

Belenenses: Marco Gonçalves; Cândido Costa, Rolando, Hugo Alcântara e Rodrigo Alvim; Rúben Amorim, Hugo Leal (Gabriel Gómez, 15m), Silas (João Paulo, 79m) e José Pedro; Roncatto e Weldon.

Nacional: Diego Benaglio; Patacas, Cardozo, Ávalos (José Vitor, 54m) e Alonso; Cléber e João Coimbra; Juninho (Rodrigo Silva, 75m), Juliano e Adriano (Fábio Coentrão, 45m); Lipatin.

Golos: Roncatto (50m) e Lipatin (63m).

Disciplina: Patacas (31m), Cândido Costa (70m), Marco Gonçalves (81m), Fábio Coentrão (84m) e João Coimbra (90m).

Resultado Final: Belenenses 1-1 Nacional

Sunday, December 16, 2007

Belenenses vs Zé-ninguém

O Belenenses recebeu ontem o Benfica no Estádio do Restelo, num jogo em que os azuis fizerem um jogo absolutamente fantástico, praticamente perfeito. Nota para o facto de o Belenenses não perder há 8 jogos, e quebrou a sua onda negativa de 5 jogos sem ganhar.

Jorge Jesus optou pelo seguinte onze: Marco Gonçalves; Rodrigo Alvim, Ruben Amorim, Rolando e Devic; Gabriel Gomez, Hugo Leal, José Pedro e Silas; Weldon e Roncatto. Ruben Amorim ficou sobre o lugar direito da defesa, ocupando a vaga de Cândido Costa, que está castigado, deixando Amaral no banco, que cada vez mais parece deixar de ser uma opção na equipa de Jesus. Depois da expulsão de Hugo Alcântara em Setúbal, Jesus deu uma oportunidade a Gonçalo Brandão para a Taça de Portugal, que era dificil ter corrido pior, então desta vez a sua escolha foi para Devic, que brilhou.

Após uma entrada de pressão da parte do Benfica, os azuis não deixaram jogar por muitos mais minutos e cedo tiveram o jogo sobre o seu controlo, o trio do meio campo azul, Hugo Leal, Silas e José Pedro estiveram a alto nível, circulando a bola duma maneira absolutamente fantástica, Garbiel Gomez estava demasiado ocupado defensivamente com Rui Costa para poder brilhar com os seus colegas.

O Belenenses controlava o Benfica, e aos 14' min, Roncatto segue isolado para a baliza, mas o arbitro fez questão de não dizer nada, dava cartão vermelho pelo isolamento de Roncatto, e penalty.

O Benfica lutava com as suas forças, mas o Belenenses ia carregando, cada vez surgiam mais oportunidades, o Belenenses fez do Benfica um "zé-ninguém", oportunidades essas que foram por autoria do trio do meio-campo, umas boas 5 oportunidades, e a melhor foi de Roncatto, que rematou ao lado com perigo.

Posso jurar que não me recordo de um unico remate à baliza do Belenenses.

No inicio da segunda parte chegaram problemas ao Belenenses, primeiro Ruben Amorim lesiona-se, foi substituido para entrar Amaral, e minutos mais tarde Rodrigo Alvim lesionou-se, entrou Areias.

As substituições não desmoralizaram ninguém, e o Belenenses carregava, e carregava, o Benfica limitava-se a esperar um passe milagroso de Rui Costa e que alguém rematasse.

Até que aos 70' min, Weldon sobre o lado esquerdo da area (direito para Quim) ajeita um pouco para fora, tirando Luisão do caminho, remata... GOLO! Explusão de alegria no Restelo, grande golo de Weldon, de se lhe tirar o chapéu, a bola foi no ângulo, se teve azar em dois remates que fez recentemente ao poste, este aqui é um golo daqueles para recordar mais tarde.

A partir daí a bola foi para o Benfica, que corria contra o prejuizo, e aos 79' min, o Restelo gelou por completo quando Cardozo na pequena area remata para uma enorme defesa de Marco Gonçalves, e depois Areias a aliviar (ainda na pequena area) de qualquer modo.

Mais tarde há um golo bem anulado aos Benfiquistas por fora de jogo.

Os azuis espreitavam o segundo golo (que era muito bem merecido), e criaram duas ocasiões, Weldon isolado, após grande correria adientou um pouco mais a bola, que permitiu a defesa a Quim, que estava muito atento.

E já nos descontos, José Pedro faz um grande remate fora de area, mas subiu um pouco mais.

Saturday, December 01, 2007

Um Grande Belenenses contra um Setubal atento e perigoso

Decorreu na sexta à noite no Estádio do Bonfim, a abrir a 12ª jornada da Bwin Liga, o encontro entre o Vitória de Setúbal e o Belenenses, num (grande!) jogo que acabou com 1 golo para cada lado. O Belenenses continua assim com as suas sequências de 7 jogos sem perder, e 5 sem vencer.

Ainda lesionado Costinha, Jorge Jesus voltou a apostar em Marco Gonçalves, deixando Tiago Schmidt no banco, fez também regressar do castigo o panamiano Gabriel Gomez, colocando Ruben Amorim para o lugar de Amaral, e a surpresa da noite foi a entrada para a equipa principal de Areias, que fez um belíssimo jogo, no entanto já se sabe que Rodrigo Alvim está com gastrenterite.

O Setúbal entrou forte, apostado em matar o jogo do Belenenses ao inicio, mas o Belenenses não se intimidou e foi à luta, até que inaugurou o marcador aos 5' min por Weldon (agora é para continuar rapaz), após uma jogada daquelas "à Zé", que deixa pelo caminho pelo menos 3/4 adversários, passa a Gabriel Gomez que, já mais no interior, faz o cruzamento para a cabeça de Weldon.

A partir do golo o jogo foi mais tendencioso para os azuis, mas os sadinos veiram a empatar o jogo 8' min mais tarde, num auto-golo de Ruben Amorim, azares acontecessem aos melhores, Ruben!

Depois do golo o Vitória recebeu uma "injecção" de força, e carregou o Belenenses, que quase deu golo, quando Matheus rematou, a bola foi desviada em Hugo Leal, e Marco fica impotente, mas a Matemática do campo salvou-nos, e a bola foi à trave.

A partir daí o Belenenses esteve outra vez no comando do jogo, que foi até ao intervalo, fica registado uma jogoada plausível que começou em Silas, depois José Pedro, com Weldon a rematar, a bola passou a centímetros do poste.

Ainda houve um livre perigosíssimo para os azuis, do lado esquerdo do campo, José Pedro bate muito bem para o poste mais distante para Eduardo fazer a defesa da noite.

Na segunda parte as coisas equilibraram um pouco, mas o Belenenses recontrolou o jogo, apesar do Vitória não estar em momento algum adormecido.

Cândido Costa entrava para lateral direito, fazendo sair Hugo Leal, ocupando o centro do meio-campo Ruben Amorim.

O Belenenses estava mais perto do golo, até que Weldon faz um passe/90% golo para Roncatto, que remata mas a bola embate na mão do jogador setubalense. Claro Penalty por assinalar.

O jogo foi decorrendo com esta corrente, mas num contra-ataque do Setúbal, Hugo Alcântara é expulso, já tinha um amarelo, mas foi por vermelho directo, após ter literalmente descarregado alguma frustração num sadino, com um pontapé a interromper o contra-ataque.

Até ao final o Setúbal apertou, mas sem perigo para a baliza de Marco.

Foi um grande jogo de futebol com duas equipas a proporcionarem um excelente espetáculo, e se a balança da justiça actuasse neste jogo, a vitória iria para o Belenenses.

Digo mais, paguei o bilhete do comboio e do bilhete, tive 3 horas em Setúbal em nenhures à espera da hora do jogo, cheguei a casa tarde e a más horas, nem vou mencionar o frio que passei, mas assim... Assim só não vale a pena, como assim dá prazer!

Tuesday, November 27, 2007

Absolutamente... Vergonhoso

Deu-se no Domingo passado a 11ª jornada da Bwin Liga, entre o Belenenses e o Estrela de Amadora, o Estrela vinha de 3 jogos sem perder nem ganhar, o Belenenses com uma sequência de 6 jogos sem perder, e 4 sem ganhar.

Foi daqueles jogos sem nada para orgulhar, para todos, tanto para o Estrela, tanto para o Belenenses, tanto para o bom futebol, e são destes jogos que fazem a Liga Portuguesa de menor dimensão a nivel europeu, ou até mundial, do que poderia alcançar...

O Belenenses inicou com o onze constituido por Marco Gonçalves (Costinha estava na lista de convocados, mas não compareceu no jogo, dando um lugar no banco a Tiago Schmidt), o quarteto defensivo foi composto por Amaral (Cândido Costa encontra-se de momento lesionado), Rodrigo Alvim, Rolando e Hugo Alcântara, o meio-campo teve quatro nomes portugueses: Rúben Amorim, Hugo Leal, José Pedro e Silas, a dupla de ataque brasileira foi composta por Weldon e Roncatto.

A primeira parte foi muito pobre, com demasiada luta a meio-campo, no entanto tendencioso para o Belenenses, Rolando quase fez o golo numa sequência de canto batido por Hugo Leal, e Weldon criou a melhor ocasião do jogo, num remate fora de área na qual embateu no poste, na sequência Roncatto não conseguiu fazer o golo.

A segunda parte ainda foi pior que a primeira, Jorge Jesus substituiu Hugo Leal por (ou pela M****) Fernando, e Weldon (que nem era dos piores) por João Paulo Oliveira, que se fez alguma coisa, foi mal. A 10' minutos do fim Jorge Jesus arriscou um pouco mais, substituindo Amaral para dar o lugar a Mendonça, recuando Amorim para defesa direito, e recuando no terreno José Pedro, que não deu frutos de absolutamente nada.

O Belenenses mantem o 8º lugar da tabela, continuando a dividir a classificação, se bem que cada vez menos, estes 4 empates consecutivos fizeram em pouco tempo perder muitos pontos, ainda há poucas jornadas, para ser mais preciso antes do jogo com o Leixões, o Belenenses tinha 4 de vantagem sobre o 9º lugar, e encontrava-se a 4 pontos do 2º classificado, agora tem uma vantagem de 2 pontos sobre o 9º lugar, e encontra-se a 5 pontos do 3º.

Saturday, November 10, 2007

Belenenses-1 Leixões-1: Inadmíssivel



Incompreensível a forma como o Belenenses voltou a empatar ontem em casa frente ao Leixões.

Depois de uma meia-hora de grande nível, a equipa de Jorge Jesus recuou sem motivo aparente, sofrendo um golo já nos últimos 10 minutos de encontro voltando a desperdiçar dois pontos perante uma equipa bem mais fraca.

O Belenenses entrou claramente motivado pelo empate no Dragão, pressionando o Leixões junto a sua área, por isso, chegou a vantagem bem cedo, com uma recuperação de bola de Ruben Amorim, que desenvolve depois uma excelente jogada individual e assiste José Pedro para 1-0.

A partir deste momento quem assistiu ao jogo teve o privilégio de ver o melhor meia-hora do Belenenses esta época, com meio-campo a ser simplesmente sublime, pena que a dupla de ponta-de-lanças não tenha acompanhado Hugo Leal, Silas, Ruben Amorim e José Pedro. Ainda assim Weldon (que mediocridade) desperdiçou de forma íncrivel o 2-0.

A partir da meia-hora o Leixões começou a dominar a encostar o Belenenses a sua área que inexplicavelmente começou a recuar, era o prenúncio para o que viria na 2ª parte.

A 2ª metade de jogo foi igual aos últimos 15 minutos da 1ª parte, a juntar a todo isto Jorge Jesus, efectou péssimas decisões no banco que não ajudaram em nada o Belenenses a manter a vantagem, por isso foi sem surpresa que há 11 minutos do fim o Leixões chegou ao empate.

Até a final há que destacar a expulsão de Goméz que esteve 14 minutos em campo.

Palavra Final para Jorge Jesus, que na minha opinião foi o principal culpado deste empate do Belenenses em casa. É completamente inexplicavel como e que Weldon se manteve os 90 minutos, ou Fernando é constamente opção nas 2ª partes do jogos. Parece que a capacidade que Deus lhe deu, que segundo Jorge Jesus, era de ler o jogo, tem andando bem longe do Restelo este ano, espero urgentemente que essa capacidade regresse a Jorge Jesus.
Pelo menos durante as próximas duas semanas o nosso Treinador não se irá auto-promover nos jornais e televisões as custas do bom resultado da nossa equipa.

Saturday, November 03, 2007

FC Porto-1 Belenenses-1: Se jogassem sempre assim

A equipa do Belenenses, apresentou-se no Porto de forma tranquila, concentrada e com a lição muito bem estudada o que lhe permitiu dominar largos períodos do jogo, nomeadamente na 1ª parte, no entanto infelizamente o resultado final não traduz aquilo que se passou no jogo devido ao adormecimento do fiscal-de-linha no lance do golo de Hélder Postiga, que na altura deu vantagem no marcador aos visitados.

O Belenenses mostrou rapidamente ao que vinha, com um remate de Roncatto (melhor exibição do brasileiro desde que chegou ao Restelo) para defesa complicada de Helton.

Com o jogo perfeitamente controlado, o Belenenses viria a sofrer o tal golo ilegal, com Postiga a encontrar-se em escandaloso fora-de-jogo no momento em que a bola lhe é endossada, no entanto convém referir, que tanto Goméz como Costinha ficam mal no lance do golo, o primeiro faz um mau passe para Ruben Amorim em zona perigosa, enquanto o guarda-redes tinha condições para fazer mais e melhor no remate do jogador contrário.

O Belenenses respondeu e bem, com Roncato em destaque, primeiro após uma assistência deliciosa de Goméz, com o Brasileiro a rematar para uma grande defesa de Helton e de seguida aproveitar uma bola perdida para efectuar um potente remate com a bola em bater em Bruno Alves, se não encontrasse tal obstáculo pelo meio concerteza entraria dentro da baliza de Helton.

O intervalo chegaria pouco depois com o Belenenses, a encontrar-se em desvantagem de forma injusta, no entanto era notório que caso os homens da cruz de cristo mantivessem o nível evidenciado na 1ª parte chegariam facilmente ao empate.

Tal veio acontecer logo no ínicio da 2ª parte, Roncatto tem uma excelente jogada individual passando por dois contrários, coloca a bola em José Pedro, que têm promenor delicioso sobre um defesa contrário e depois a saída do guarda-redes coloca-lhe a bola por cima do seu corpo, não lhe dando a mínima hípotese.

O Belenenses com o golo recuou no terreno, no entanto, José Pedro por duas vezes esteve perto do golo com dois remates de fora da área. Weldon, também teve a sua oportunidade, após uma excelente jogada individual, o brasileiro acabou por decidir nem cruzando ou rematando.

Até ao fim o FC Porto, pressionou, mas a defesa azul que esteve imperial durante todo o jogo não permitiu quaisquer veelidades aos atacantes contrários.

Esperemos que o Belenenses dê seguimento a esta boa exibição já na próxima sexta-feira frente ao Leixões mas que também o Restelo apresente uma moldura bem condizente com a grandeza do clube.

Sunday, October 28, 2007

Após 19 dias sem competição... Um Belenenses impotente

No jogo de ontem, o Belenenses recebeu a Académica de Coimra, num jogo a contar para a 8ª jornada da Bwin Liga, foi além de um nulo, realizando uma exibição fraca, sem conseguir ultrapassar o obstáculo chamado Pedro Roma.

Foi uma longo percurso sem futebol de alta-competição, apesar das duas últimas vitórias (com o Paços de Ferreira e com o Boavista) para a Bwin Liga, e apesar das vitórias nos amigáveis sobre o Fátima (2-0) e sobre o Estoril (2-1), estes 19 dias prejudicaram a equipa azul, que iniciou o jogo com Amaral e Mendonça no corredor direito, ocupando os lugares de Cândido Costa e Rúben Amorim, numa aposta que não foi de maneira nenhuma conseguida.

O Belenenses realizadou uma primeira parte muito fraca, aliás, demasiado fraca, demonstrando alguns aspectos negativos que ainda não se tinha visto.

Da parte da Académica, compareceu com um jogo fechado, tendo dos melhores guarda-redes da Liga, Pedro Roma, em pleno destaque, com mais de 50% da equipa atrás da linha da bola, e com dois jogadores a tentarem desiquilibrar, NDoye e Miguel Pedro.

Nem o golo (bem) anulado à equipa de Coimbra serviu para acordar o Belenenses, houve uma primeira parte de muito pouco futebol, sem lances de perigo, no entanto, existe um penalti não assinalado sobre Mendonça.

Jorge Jesus já tinha reparado que o corredor direito, Mendoça-Amaral, não tinha sido boa aposta, e cerca de meia-hora após o início de jogo, Cândido Costa e Rúben Amorim começaram o aquecimento, para entrarem ao intervalo.

Na segunda parte, já foi um Belenenses a querer a posse de bola, subiu imenso de rendimento com as substituições efectuadas. Logo a abrir a segunda parte, Cândido Costa faz uma grande jogada para Weldon fazer um remate a um metro da linha de golo, já em carrinho, para Pedro Roma fazer a defesa da noite.

A Académica cada vez apostava mais em sair do Restelo com um ponto, só jogavam NDoye e Miguel Pedro, com Pedro Roma a salvar a baliza protejida pelo resto da equipa.

Ao min 65', Jorge Jesus tem as consequências da má aposta, e, com um Silas desgastado, é obrigado a colocar Fernando no seu lugar.

Deu-se a segunda oportunidade de golo para os azuis, com um cruzamento do (grande) Cândido Costa para um bom remate de Roncatto, para uma enorme defesa de Pedro Roma, na recarga, José Pedro atira ao lado.

A partir daí existem duas duvidosas grande penalidades não assinaladas a favor do Belenenses, um anti-jogo completo da Académica, e o fim chega em menos de nada.
Nota para um jogo que acabou sem qualquer cartão mostrado às duas equipas.

O Belenenses foi prejudicado pela falta de carisma na primeira parte, e na segunda parte não acordou por completo, ficando desta forma, a ocupar provisoriamente o 7º lugar, com 11 pontos em oito jogos.

Tuesday, October 09, 2007

Xadrez Fácil ! (Belenenses vence Boavista no jogo com mais golos da Liga)

Ontem a noite o Belenenses foi ao Bessa derrotar o Boavista, no jogo que encerrava a 7ª jornada da Bwin liga, a equipa de Belém tinha defrontado o Bayern de Munique na ultima quinta-feira, o que poderia condicionar a equipa de Jorge Jesus. O treinador da nossa equipa fez alinha a seguinte equipa: Costinha, Amaral, Rolando, Hugo Alcântara, Rodrigo Alvim, Gábriel Goméz, Ruben Amorim, Zé Pedro, Silas, Roncatto e Weldon. A maior surpressa estava na titularidade de Gábriel Goméz que á três jogos seguidos que começava a ver o jogo do banco de suplentes.
O Boavista veio para a 7ª jornada com 4 pontos e com um golo marcado apenas, ocupando o penúltimo posto da tabela, uma vez que o Paços de Ferreira tinha ganho ao Estrela da Amadora. O jogo começou as 21:30, talvez por isso eram poucas as pessoas presentes no Bessa
A partida começou por ser equilibrada, com o meio campo de ambas as equipas a estar muito bem, aos 7' Weldon rematou fraco para as mãos de Carlos, era nitida a falta de qualidade dos atacantes do Belenenses, o Boavista por seu turno também rematava e os homens mais perigosos eram Grezlak e Edgar.

Aos 25 minutos, Carlos derruba Weldon dentro da grande área, o árbitro João Vilas Boas não tem duvídas e assinala grande-penalidade, e mostra respectivamente o cartão amarelo ao guardião Boavisteiro.

Na conversão, Zé Pedro não falha e mete o Belenenses em vantagem no marcador, a bola vai sem hipoteses para Carlos, 0-1 ganhavam os Lisboetas.

A festa azul, não durou muito tempo, aos 30' Marcelão defesa do Boavista fez de pontapé de bicicleta o 1-1, no lance do golo, Costinha não se saí e Alvim mete em jogo a equipa axadrezada.

Por esta altura o Belenenses limitava-se a defender, raramente chegava a baliza contraria, o golo de Marcelão fez bem a sua equipa.

Aos 47' Grande oportunidade para o Boavista. Jorge Ribeiro recebe dentro da área e atira por cima, a defesa do Belenenses estava muito desorganizada.

Intervalo: As duas equipa estavam a protagonizar um bom espetáculo de Futebol, estando a equipa da casa a jogar ligeiramente melhor.

O jogo recomeçou, novamente com o Boavista a criar perigo, quase sempre por Jorge Ribeiro embora falha-se no alvo.

Aos 51' Silas voltou a marcar um golo pelo Belenenses em jogos oficiais, um remate fora de área perfeito, a meter a bola no canto direito da baliza de Carlos, resulatdo: 1-2

Agora era o Belenenses que mandava no Bessa, com boas jogadas e muita posse de Bola, Jorge Jesus preparava-se para mexer na equipa.

Substituição na nossa equipa, saia Roncatto e entrava Fernando.

Aos 67' entrou o jogador Mateus, (O Grande Mateus!) para substituir Mário Silva, saia um defesa para entrar um avançado, Jaime Pacheco apostava forte.

E deu resultado, nesse mesmo minuto, era marcado um livre directo ainda relativamente longe da baliza de Costinha, mas o defesa Marcelão chuta com força e a bola entra na baliza, com Muito ajuda de Costinha, que deu um frango! 2-2 era o resultado.

Pouco tempo depoís aos 70', o meio campo azul cria uma bonita jogada, que acaba com um remate espéctacular de Gábriel Gomez que só pára no fundo da baliza, estava feito o 2-3 e com muito justiça.

Ao minuto 80' o autor dos doís golos do Boavista é expulso por acomulação de amarelos, Jaime Pacheco perdera Marcelão no onze.

No minuto 82, Weldon depois de um passe de Rodrigo Alvim isola-se e deixa que Carlos defenda sem problemas, segundos as seguir o mesmo Weldon foi substituido por João Paulo.

Com quatro minutos de compensação dados pelo árbitro, Jesus faz a Ultima alteração, entrava Gonçalo Brandão para sair Silas, que entregava a braçadeira de capitão a Zé Pedro.

Aos 92' Ruben Amorim recupera uma bola a entrada da área Axadrezada, e coloca a bola em Zé Pedro, este tira um jogador do caminho e remata forte como só ele sabe! 2-4 ganhava o Belém!

Final da partida: O Belenenses consegue 3 importantes pontos no Bessa, a vitória é inteiramente justa, já o Boavista apresentou um Futebol de Liga de Honra!

Sunday, September 30, 2007

Belenenses-1 Paços de Ferreira-0: Vitória fácil


Golo a Matador!

O Belenenses venceu hoje o Paços de Ferreira por 1-0, num jogo em que a equipa azul foi sempre superior ao seu adversário, fazendo uma inteligente gestão de jogo, o que lhe permitiu uma vitória sem sobressaltos.

Ao contrário do que anunciado, Jorge Jesus não optou pelo sistema de 3 centrais, tendo optado pelo o 4-4-2 em losango.

O Belenenses entrou pressionante, conseguindo encostar o Paços a sua defensiva, sem que tenha se traduzido em oportunidades de golo já que os homens de JJ ainda demonstram alguma dificuldade em acertar o último passe, ainda assim, Weldon teve uma grande oportunidade, mas demorou imenso tempo a rematar permitindo o corte de um defensor contrário. Do outro lado, o Paços nunca conseguiu importunar Costinha, que teve uma tarde tranquila.

O Belenenses conseguiria no entanto chegar a vantagem já perto do intervalo, assistência brilhante de Silas e Roncatto com excelente trabalho individual sobre o defesa do Paços fazendo o único golo do jogo.

Na 2ª parte, o Belenenses geriu de forma brilhante o jogo, não permintindo veelidades ao Paços de Ferreira, sendo que faltou um golo a equipa azul para coorar de forma evidente a superiodade da equipa azul na 2ª parte.

Os comandados de Jorge Jesus conseguiram assim uma vitória importante, fugindo desta forma aos lugares do fundo de tabela.

Que na 5ª feira, tenham uma noite de sonho!

Monday, September 24, 2007

Marítimo 2-0 Belenenses: Um Belenenses sem estrelinha


Makukula e Kanú marcaram e já lá vão nove golos do Marítimo na Liga. Uma vitória suada e conseguida muito à custa da eficácia e da grande capacidade de sofrimento e de luta. O Belenenses dominou a segunda parte mas pecou no último passe e quando esteve melhor, teve pela frente um Marcos em bom plano.

O Belenenses surgiu nos Barreiros com três defesas centrais e com Weldon e Silas como homens mais avançados. Lazaroni não teve dúvidas em fazer regressar à titularidade Ricardo Esteves e Makukula, montando o seu habitual 4x4x2. Em tempo de aniversários, os dois conjuntos queriam oferecer aos seus adeptos um bom presente: os três pontos.

Os locais tiveram pela frente uma equipa bem organizada e isso não lhes permitia sair para o ataque construindo boas jogadas para a velocidade de Kanú e Makukula. Mas os madeirenses também não davam espaços aos azuis e assistiu-se a um jogo mais táctico. Só Kanu surgiu mais afoito, com dois remates (7 e 17m), que levaram algum perigo à baliza de Costinha.
Até que Bruno viu bem a desmarcação de Kanu, aos 26 minutos, e contou também com alguma sorte pois a bola ainda tocou num defesa azul, permitindo que o brasileiro ficasse isolado e este não teve problemas para bater o guarda-redes dos lisboetas e fazer o 1-0. Eficaz o conjunto da Madeira.
A turma de Jesus reagiu e subiu mais, mas Marcos mostrou que está em boa forma aos 30 e 33 minutos parando remates de Zé Pedro e Ruben Amorin

Na segunda parte Jesus mexeu na sua equipa e tornou-a mais ofensiva, mas o domínio que passou a ter na partida não teve resultados práticos. Foram poucas as situações de perigo para Marcos e este chegou sempre para as encomendas. Muitos cantos é certo (8) mas a pontaria dos remates não foi a melhor. O Marítimo deu a iniciativa aos homens de Lisboa e foi recuando, explorando só o contra-ataque. O perigo surgiu sempre por Kanú. Muita capacidade de sofrimento que acabou premiada por mais um golo de Makukula que esteve em noite desinspirada mas acabou por ser fatal, marcando o 2-0 ao cair do pano. Foi o ponto final para a equipa do Restelo. Um castigo talvez pesado pela forma como actuou, mas o futebol tem destas coisas: os madeirenses foram terrivelmente eficazes e contaram com uma pontinha de sorte.

Monday, September 17, 2007

Bayern é o senhor que se segue

O Belenenses alcançou ontem a primeira vitória da época, frente ao União de Leiria no estádio do Restelo, em jogo a contar para a quarta jornada, o Belenenses vinha de duas derrotas seguidas, em casa frente ao Sp.Braga e em Alvalade frente aos detentores da taça, já o clube de Leiria vinha de um empate em Coimbra e de uma goleada sofrida em casa frente ao F.C.Porto.

O Belenenses precisava urgentemente dos três pontos e consegiu um exibição personalizada, apesar do nivél exibicional estar ainda muito em baixo em comparação ao da época passada.

O jogo começou bem para o nosso clube com algumas iniciativas de ataque por parte de Roncatto e Weldon, que fornaram a dupla atacante da equipa de Jorge Jesus, embora o bom arranque dos azuis o Leiria marcou aos 12', por João Paulo que estava claramente em fora de jogo, tanto o fiscal de linha como Paulo Paraty não viram, ou não quiseram ver o of-side do jogador Leiriense.

A equipa azul não baixou os braços e tentou a todo o custo o empate, aos 30' Roncatto isola Weldon para uma perda incrivel do numero sete, o primeira parte acabou, com o Belenenses a jogar melhor. Na segunda parte Jesus lançou Evandro Paulista e tirou Gábriel Goméz que se diga realizou uma excelente primeira parte, a jogar com três pontas-de-lança a equipa tornou-se ainda mais ofensiva como era de esperar, aos 52' Lançamento lateral de Rodrigo Alvim, na esquerda, Éder tenta o corte de cabeça mas coloca a bola à mercê de Evandro, que não tem problemas para marcar e empata o jogo e marca na estreia com a camisola azul.

A partir daí o jogo apenas teve com sentido a baliza de Fernando, porque apenas o Belenenses fazia por ganhar, e aos 71' depois de uma grande confusão na área Leiriense Rolando atira ao poste e na recarga Hugo Alcantara faz o 2-1, ele que sem duvida foi um dos melhores em campo. Com 4 pontos em 4 jornadas o Belenenses viaja agora para Munique onde na quinta-feira entra no Allianz Aréna para defrontar o gigante Bayern.

Monday, September 03, 2007

Um excelente Belenenses derrotado por 14




O Belenenses deslocou-se ontem a noite a Alvalade, para sofrer a 2ª derrota no campeonato de forma injusta, já que os comandados de Jorge Jesus, realizaram hoje uma boa exibição que infelizamente não teve correspondência no resultado.

Com Jesus a promover a estreia de Hugo Alcântra (Bom jogo) e a chamar ao onze, Gomez e Roncatto, este último fez a estreia a titular, a equipa azul entrou muito calma e serena, demonstrando que podia discutir o jogo e quiça levar os 3 pontos.

O jogo durante a 1ª parte foi muito bem controlado pelo Belenenses, que apenas por uma vez viu o perigo a rondar num lance em que Costinha efectou uma boa intervenção. No entanto foi o Belenenses teve a grande oportunidade da 1ª parte, grande jogada de Ruben Amorim, que passa por 2 jogadores contrários e remata ao poste, quando os adeptos azuis já se preparavam para festejar o golo.

O Belenenses voltou na 2ª parte com mesmo espírito da 1ª, e podia ter chegado a vantagem, mais uma vez Ruben Amorim em grande a cruzar para a cabeça de José Pedro que com tudo para fazer golo atira por cima de forma discplicente.

Logo de seguida começou-se a assistir a arbitragem habilidosa do lagarto Carlos Xistra, que alem de ter marcado e bem o penalty, no entanto, expulsou mal Costinha pois este não era o último homem, já que Hugo Alcântra já se encontrava no caminho da bola. No entanto, Marco que se viu na contigência de ser chamado a Baliza, não estava pelo ajustes e efectou uma parada estupenda na marcação do penalti.

O Belenenses ainda respondeu esteve perto de chegar ao golo, grande jogada de Ruben Amorim que passa de forma brilhante por quatro jogadores, no entanto pressionado por defesa contrário já não teve força rematando muito fraco.

A partir deste momento, o jogo acabou Carlos Xistra foi empurrando o Belenenses para atrás, com a marcação de constantes faltas, muitas delas inexistentes. O golo do Sporting após tanta insistência do arbítro acabou por aparecer aos 80 minutos ainda que de forma injusta, para a galhardia com o Belenenses se bateu em Alvalade.

No entanto e apesar da péssima arbitragem, penso que JJ não esteve muito bem na 2ª substituição, pedia-se a entrada de Amaral, para fazer subir Cândido Costa para o meio-campo, e não a aposta em Rafael Bastos que é um jogador em clara adaptação ao futebol europeu.

No entanto, acredito que a equipa vai fazer uma grande época, este jogo deixa garantias para o futuro. Mas neste momento é imperioso começar a ganhar já no próximo jogo de forma a começarmos a trepar na tabela classificativa rumo aos lugares aos quais o Belenenses esta talhado historicamente.

Sunday, August 26, 2007

Ingenuidade paga-se caro



O Sporting de Braga derrotou ontem o Belenenses no Restelo por 0-2, a equipa de Belém vinha de um empate na figueira da Foz frente á Naval (1-1), por sua vez os Bracarenses tinham perdido na primeira jornada frente ao FC Porto, em sua casa com um resultado de 1-2.

Foi uma equipa inguénua e com pouca agressividade este Belenenses de Jorge Jesus, que depoís de um decepcionante empate na passada segunda feira era agora por sua vez obrigado a ganhar.

O Sp.Braga entrou melhor no jogo e só Ruben Amorim do Belenenses dava alegria a um primeiro quarto de hora muito mau, o primeiro golo da partida surgiu de grande penalidade, aos 24', apesar de ser Linz a agarrar primeiro Devic, dentro da grande área o árbitro Bruno Paixão assinala penalti, que Cesár Peixoto executou com sucesso, o rumo dos acontecimentos não se alterou e chegámos ao intervalo com uma desvantagem merecida, os destaques do clube da casa nos primeiros 45' eram Ruben Amorim e Rolando, Ao Intervalo Jorge Jesus substitui Hugo Leal por Mendonça e Fernando por Evandro Roncatto, este ultímo vinha de uma lesão com alguma gravidade e tinha integrado a lista de convocados a ultíma da hora. Na segunda parte a postura dos azuis era claramente diferente, com Mendonça em grande plano e a empolgar a equipa para o empate, mas era evidente a desorganização do meio-campo e inferioridade numérica uma vez que João Paulo Oliveira nada fez em 90', O segundo golo do Braga surgiu quandi«o nada o fazia prever, aos 58' Vandinho aproveita uma defesa incompleta e remata para o 0-2, Jorge Jesus com 84 minutos cumpridos fez entrar Rafael Bastos para sair o melhor homem do Belenenses, Ruben Amorim. No Final do jogo destaque para um desentendimento entre Rodrigo Alvim e Roncatto, que Jorge Jesus resolveu atempadamente, fazendo uma repreensão ao ponta-de-lança. O Belenenses vai agora a Alvalade com apenas um ponto em seis possiveís.

Tuesday, August 21, 2007

Naval-1 Belenenses-1: A maquina ainda está a afinar

Gostaria desde já por dar os mais sinceros parabéns ao Grande Senhor Jorge Jesus, pelos seus 12 anos de carreira como treinador de futebol, fez hoje o seu 211º jogo, que faça muitos mais!
Nesta época, o Belenenses irá defender o seu estatuto de clube europeu, a ver se finalmente calamos algumas "bocas" do norte...

O 1º jogo Belenense a contar para a Bwin Liga, foi na Figueira da Foz, defrontando a Naval, no qual alinhou com um 4x2x3x1, já que neste momento só temos um ponta-de-lança disponível, João Paulo Oliveira, visto que Roncatto está lesionado, Dady abandonou o clube, e Munoz foi dispensado por Jesus.

O quarteto defensivo foi composto por Cândido Costa, Devic, Rolando e Rodrigo Alvim, dois médios no "miolo", o mais recuado Gabriel Gomez, e Rúben Amorim, os três homens da frente foram Mendonça (lado direito), José Pedro e Silas (que iam alternando no centro e esquerda), o avançado foi João Paulo Oliveira.


Importante será salientar, que a equipa manteu a estrutura-base do ano passado, apesar de cerca de metade do onze ter sido composta por outros jogadores, o sistema táctico foi idêntico à da época anterior: Cândido Costa remeteu Amaral ao banco, Devic substitui Nivaldo, Gabriel Gomez é o trinco que Jesus não teve (visto não utilizar com muita regularidade Sandro Gaúcho, preferindo desta forma adaptar Rúben Amorim), Rúben volta à sua posição de origem, Mendonça preenche o lugar de Cândido Costa, Silas e José Pedro continuam a ser os "pilares-chave", da transição defesa-ataque, João Paulo é a aposta para ser o "matador".


A primeira meia hora foi praticamente entregue à Naval, ainda que cerca de 5 minutos parecia que o Belenenses iria ter o jogo nos seus pés, inclusive um cabeceamente perigoso de João Paulo Oliveira, sempre com um posicionamento táctico muito positivo, mas o jogo acabou por ser entregue de novo à Naval, porém, apesar de ser a Naval quem tinha mais a bola, apenas conseguiu arranjar espaço por uma única vez, mas Costinha não tornou o lance desvantajoso para a nossa equipa.

O último quarto de hora da primeira parte foi mais equilibrada, mas a balança pendia mais para o nosso lado, infelizmente fomos para o intervalo a nulos.

O nosso elemento mais "mexido", foi Mendonça, todavia nunca consegui criar uma boa oportunidade para fazer o golo, e, por vezes, foi demasiado egoísta, o que não lhe tira o mérito.

Começava a 2ª parte, e o Belenenses tinha de novo entregue o jogo à Naval, inclusive ao minuto 50', há um golo anulado à Naval, Jorge Jesus começava a ficar cada vez mais nervoso, a cada minuto que passava, mais o jogo estava menos tendencioso para a equipa azul, até que Jesus faz umas alterações milagrosas, colocando Fernando e Hugo Leal. Hugo Leal trouxe à equipa aquilo que faltava, e, principalmente, posse de bola, a partir dos 60' mins, estávamos no ataque, e, aos 80', Fernando faz um grande golo a 38 m da baliza.

A exibição não pode sequer ser comparada às da pré-época, mas parecia que os 3 pontos iam para o Restelo, o que no afinal das contas, é o mais importante. Puro engano. Em cima da hora, num canto para a equipa figueirense, (sem querer arranjar desculpas "esfarrapadas"), a sorte bateu à porta de Paulão, que fez um remate 50% de cabeça 50% com o peito, secalhar até mais com o peito, e Costinha, é mais uma vez, mal batido, reservem o Costinha para o Jamor.